Sobre a gratidão
Nem sempre é fácil sentirmo-nos realmente gratos, apesar de todas as incertezas, desilusões, dores e frustrações. Todos sentimos num ou noutro momento da nossa vida: Porquê eu? Não é justo! Estou cheia disto! Todos nós exigimos mais e melhor: mais dinheiro, mais oportunidades, mais amor, mais reconhecimento, mais alegrias, mais elogios, melhores amigos, melhores colegas, melhores patrões...
Quando se vive com ansiedade, esquecemos a gratidão. Não somos capazes de apreciar, reconhecer e viver as bênçãos nas nossas vidas. Porque não as vemos. Porque nos parecem insuficientes. Porque almejamos sempre mais no futuro.
Depois cruzamo-nos com pessoas que emanam gratidão. Pessoas tão despertas e presentes que reconhecem que as dores, as perdas, as lágrimas, os buracos negros nos corações são parte da sua missão, do seu caminho e portanto são motivos para agradecer.
E subitamente percebemos que há tanto para agradecer nas nossas vidas. E abrimos o coração à gratidão. Fazemos o exercício consciente de nos sentirmos gratos não só quando estamos felizes mas também quando enfrentamos tormentas.
E subitamente percebemos que há tanto para agradecer nas nossas vidas. E abrimos o coração à gratidão. Fazemos o exercício consciente de nos sentirmos gratos não só quando estamos felizes mas também quando enfrentamos tormentas.
Hoje nao tenho outro sentimento no meu coração que não seja a gratidão. Quase tao intenso que sinto o peito rebentar. Quase forte demais para suster cá dentro. Caminho numa nuvem de felicidade.
Mas hoje é fácil sentir-me grata.
Porque hoje a vida sorri-me de todos os lados e diz-me para confiar e eu confio.
Hoje é fácil sentir-me grata. E estou. Profundamente Grata.
Mas hoje é fácil sentir-me grata.
Porque hoje a vida sorri-me de todos os lados e diz-me para confiar e eu confio.
Hoje é fácil sentir-me grata. E estou. Profundamente Grata.

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