Quarenta e tais kilómetros
Há dois anos corri a primeira meia-maratona. Na Régua. 21kms e uns trocos com o Rio Douro sempre ao meu lado. Um calor abrasador. Ainda hoje sinto a emoção de chegar ao fim: eriçaram-se os pelos da nuca, dos braços quando dei por mim a cortar a meta. Sofri um shot de adrenalina e por um instante apetecia-me abraçar toda a gente com quem me cruzava. De pernas trôpegas e mãos a tremer quis logo ligar à minha mãe e ao meu marido e dizer "consegui! 21 kms sem parar!"
Entretanto no mesmo ano fiz outra meia maratona, a do Porto, e no ano passado voltei à Régua.
Os tempos não são relevantes. Não corro para o relógio. Corro pelo prazer que me dá. Mas é normal que me orgulhe quando vejo que corro um pouco mais rápido e me canso um pouco menos.
Entretanto no mesmo ano fiz outra meia maratona, a do Porto, e no ano passado voltei à Régua.
Os tempos não são relevantes. Não corro para o relógio. Corro pelo prazer que me dá. Mas é normal que me orgulhe quando vejo que corro um pouco mais rápido e me canso um pouco menos.
Este ano decidi fazer a minha primeira maratona. Porque faz sentido. Serão 42 kms no primeiro dia dos meus 42 anos.


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